"Aqui..."
PHANTASYA
- 12ª parte -
À tua pergunta respondo com o bloqueio do elevador, quero-te aqui e agora!
“- Aqui... – murmuro.”
Ajoelho-me arrastando as minhas mãos e a minha boca desde os teus ombros, passando pelos teus seios duros e mamilos erectos, barriguinha e param nos teus quadris.
“- Aqui... – murmuro.”
Ajoelho-me arrastando as minhas mãos e a minha boca desde os teus ombros, passando pelos teus seios duros e mamilos erectos, barriguinha e param nos teus quadris.

De pronto metes uma perna por cima do meu ombro esquerdo e encostas-te bem ao fundo do elevador apoiada na calha do espelho que o ladeia.
Tenho-te agora, ali, só para mim, à mercê da minha boca sedenta de ti, da tua pele branca, da tua carne pecaminosamente cheirosa.
Trinco levemente a coxa que se apoia em mim, mas logo invisto na virilha mais próxima lambendo-a. Passo por cima do teu monte de Vénus arrastando os meus lábios e a minha língua… detendo-me na outra virilha, perfurando a prega que se forma.
Tenho-te agora, ali, só para mim, à mercê da minha boca sedenta de ti, da tua pele branca, da tua carne pecaminosamente cheirosa.
Trinco levemente a coxa que se apoia em mim, mas logo invisto na virilha mais próxima lambendo-a. Passo por cima do teu monte de Vénus arrastando os meus lábios e a minha língua… detendo-me na outra virilha, perfurando a prega que se forma.
Volto a Vénus imaculada, deliciosamente pelada, onde beijo, lambo e trinco por breves instantes, que te pareceram uma eternidade. Ouço-a na tua respiração e nos gemidos ainda contidos.
Minhas mãos deixam as tuas coxas e passam para o teu rabo por entre as tuas pernas e faço-te levantar a perna do chão para a apoiares também no meu ombro. Apoias-te nas mãos e com as minhas por baixo do teu rabo levanto-te e suspensa no ar olho-te por instantes.
Minhas mãos deixam as tuas coxas e passam para o teu rabo por entre as tuas pernas e faço-te levantar a perna do chão para a apoiares também no meu ombro. Apoias-te nas mãos e com as minhas por baixo do teu rabo levanto-te e suspensa no ar olho-te por instantes.
Estás à minha mercê!
Olhas-me...
“- Faz! Porque esperas?... – expiras.”
Ponho-me e ponho-te a jeito... sinto o teu calor, agora quero sentir o teu... sabor!
“- Faz! Porque esperas?... – expiras.”
Ponho-me e ponho-te a jeito... sinto o teu calor, agora quero sentir o teu... sabor!
(continua)

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